Ocorrência de dor em bebês internados em unidade de terapia intensiva neonatal de maternidade terciária

Introdução: Por muitos anos, acreditou-se que os recém-nascidos (RNs) eram incapazes de sentir dor, devido ao pressuposto que seu sistema nervoso ainda não estaria completamente formado. Os RNs podem perceber a dor com mais intensidade do que as crianças e os adultos, devido aos seus mecanismos de c...

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Bibliographic Details
Main Authors: Caroline Diniz Nazareth, Maria Francielze Holanda Lavor, Tânia Maria Araújo Santos Sousa
Format: Article
Language:English
Published: Universidade Federal do Ceará 2015-06-01
Series:Revista de Medicina da UFC
Subjects:
Dor
Online Access:http://periodicos.ufc.br/revistademedicinadaufc/article/view/19784
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spelling doaj-f973f6e3224d409c9bcd54f67d36b9462020-11-24T20:57:47ZengUniversidade Federal do CearáRevista de Medicina da UFC0100-13022447-65952015-06-01551333710.20513/2447-6595.2015v55n1p33-3718986Ocorrência de dor em bebês internados em unidade de terapia intensiva neonatal de maternidade terciáriaCaroline Diniz Nazareth0Maria Francielze Holanda Lavor1Tânia Maria Araújo Santos Sousa2Maternidade-Escola Assis ChateaubriandMaternidade-Escola Assis ChateaubriandMaternidade-Escola Assis ChateaubriandIntrodução: Por muitos anos, acreditou-se que os recém-nascidos (RNs) eram incapazes de sentir dor, devido ao pressuposto que seu sistema nervoso ainda não estaria completamente formado. Os RNs podem perceber a dor com mais intensidade do que as crianças e os adultos, devido aos seus mecanismos de controle inibitório imaturos, diminuindo capacidade de modular a experiência dolorosa.  Objetivos: Identificar a ocorrência de dor em bebês internados e mensurar a utilização de analgesia farmacológica. Material e Métodos: Estudo transversal prospectivo, realizado nas Unidades de Terapia Intensiva Neonatal de um hospital terciário, no período de novembro de 2014 a fevereiro de 2015. Resultados: Dor foi identificada em 36% dos pacientes. Cinco (10%) pacientes receberam medidas farmacológicas de analgesia. Conclusão: Houve discrepância entre a frequência de dor encontrada e a de utilização de medidas para aliviá-la. Mostra-se necessária a implantação de um protocolo de avaliação e terapêutica de dor pela Instituição.http://periodicos.ufc.br/revistademedicinadaufc/article/view/19784Recém-nascidoDorMedida da dorUnidades de terapia intensiva neonatal.
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