| Summary: | Este artigo tem como objetivo trazer contribuições para uma reflexão ontológica necessária aos educadores populares de nosso tempo. Será analisado o primeiro capítulo da Pedagogia do oprimido, intitulado “Justificativa da Pedagogia do oprimido”. Utilizando matrizes marxistas e decoloniais, são abordados os seguintes pontos: o contexto em que se insere a Pedagogia do oprimido, determinante para seu caráter decolonial e marxista; o conceito de “duração” da dialeticidade permanência-mudança, fundamentação necessária à discussão ontológica proposta; e à guisa de conclusão, uma breve reflexão sobre a atualidade da justificativa da Pedagogia do oprimido, que se mostra como obra indispensável à formação da identidade do educador popular.
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