O Michelet de Roland Barthes na revista Esprit
Antes de publicar seu livro de estreia, Le degré zéro de l’écriture, em 1953, Roland Barthes experimentou uma escrita de crítico-ensaísta em alguns periódicos da intelectualidade francesa, a exemplo dos jornais Combat, órgão da Resistência, e L’Observateur, e das revistas Existences e Esprit. Funda...
| Published in: | Manuscrítica |
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| Main Author: | |
| Format: | Article |
| Language: | English |
| Published: |
Universidade de São Paulo
2024-12-01
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| Subjects: | |
| Online Access: | https://journals.usp.br/manuscritica/article/view/230568 |
| Summary: | Antes de publicar seu livro de estreia, Le degré zéro de l’écriture, em 1953, Roland Barthes experimentou uma escrita de crítico-ensaísta em alguns periódicos da intelectualidade francesa, a exemplo dos jornais Combat, órgão da Resistência, e L’Observateur, e das revistas Existences e Esprit. Fundada por Emmanuel Mounier e dirigida por Albert Béguin, a Esprit acolheu Barthes em 1951, mantendo-o como colaborador até 1971. Entre 1951 e 1953, Barthes publicou, nas páginas da revista, seis textos. Ainda em 1951, nosso crítico escreveu um estudo sobre o historiador Jules Michelet, “Michelet, l’Histoire et la Mort”, que seria recuperado e refundado em seu livro de 1954, Michelet par lui-même. Neste trabalho, faremos uma leitura desse texto para identificar algumas das permanências e transformações empenhadas por Barthes, ao recolher essas reflexões preparatórias e experimentais e ao organizar seu Michelet.
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| ISSN: | 1415-4498 2596-2477 |
