Agostinho de Hipona: considerações sobre o mal e temas correlatos em De libero arbitrio = Augustine of Hippo: considerations on evil and correlated themes in De libero arbitrio
Em várias obras, Agostinho aborda a questão do mal, mas é no diálogo De libero arbitrio que ele mais se estende sobre esse tema. A pergunta sobre a origem do mal conduz a argumentação do diálogo, introduzindo aos poucos o que vai se tornar a fórmula clássica do agostinismo, a saber, o intelecto acei...
| Published in: | Veritas |
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| Main Author: | |
| Format: | Article |
| Language: | German |
| Published: |
Editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (EDIPUCRS)
2013-01-01
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| Subjects: | |
| Online Access: | https://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/veritas/article/view/12957/11609 |
| Summary: | Em várias obras, Agostinho aborda a questão do mal, mas é no diálogo De libero arbitrio que ele mais se estende sobre esse tema. A pergunta sobre a origem do mal conduz a argumentação do diálogo, introduzindo aos poucos o que vai se tornar a fórmula clássica do agostinismo, a saber, o intelecto aceita o que a fé esculpe. O mal surge quando há desordem, desmedida, excesso ou deficiência. O mal é o avesso da ordem natural. Cupiditas, a má libido, é uma desordem na alma, é o desejo por coisas passíveis de perda. O mal preexiste à promulgação da lei, já que deriva do pecado original. Do cogito de Agostinho existir, viver e inteligir , a principal e exclusiva qualidade do homem é a inteligência. Agostinho estabelece o axioma: a fé busca e a inteligência encontra. No entanto, para que haja inteligência, é necessária a iluminação, que, mais tarde, tomará contornos mais nítidos na conceituação da graça divina. Pela livre vontade, o ser humano peca. A graça é necessária ao livre-arbítrio da vontade humana para enfrentar eficazmente a luta contra o mal |
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| ISSN: | 0042-3955 1984-6746 |
