Aplicações de relações hipsométricas e volumetria em povoamento seminal de eucalipto

Investigações científicas sobre a aplicação de relações hipsométricas fornecem subsídios importantes para a quantificação de recursos madeireiros e manejo florestal. O objetivo foi avaliar o efeito de alternativas do uso de relações hipsométricas na altura e volume em um povoamento seminal de eucal...

Full description

Bibliographic Details
Published in:Revista de Ciências Agroveterinárias
Main Authors: Bruno Oliveira Lafetá, João Marcos Barbosa Sampaio, Vitor Augusto Cordeiro Milagres, Ivan da Costa Ilhéu Fontan, Diego dos Santos Vieira, Erik Brian dos Santos
Format: Article
Language:English
Published: Universidade do Estado de Santa Catarina 2024-10-01
Subjects:
Online Access:https://periodicos.udesc.br/index.php/agroveterinaria/article/view/24913
Description
Summary:Investigações científicas sobre a aplicação de relações hipsométricas fornecem subsídios importantes para a quantificação de recursos madeireiros e manejo florestal. O objetivo foi avaliar o efeito de alternativas do uso de relações hipsométricas na altura e volume em um povoamento seminal de eucalipto. O inventário florestal foi realizado aos 60 meses de idade e consistiu na distribuição aleatória de 10 unidades amostrais. Avaliaram-se duas abordagens para a aplicação de relações hipsométricas empregando diferentes métodos de modelagem, uma a qual se estima a altura de todos os fustes inventariados (P1, alturas estimadas) e outra pautada na estimativa de altura apenas daqueles indivíduos que tiveram somente o DAP mensurado (P2, combinação de alturas medidas e estimadas). As relações hipsométricas dos ajustes dos modelos de Curtis (regressão linear), Logístico (regressão não linear) e máquinas vetor de suporte com função Kernel de base radial exibiram as melhores qualidades preditivas. Os volumes calculados não se diferenciam estatisticamente entre as abordagens P1 e P2. Conclui-se que a abordagem de P1 é uma alternativa para a aplicação de relações hipsométricas apropriadamente estabelecidas e não compromete a quantificação volumétrica florestal. A variabilidade biométrica tende a ser menor com a estimativa da altura de todos os fustes inventariados.
ISSN:2238-1171