Perfil nosográfico de lesões desportivas no futebol segundo faixa etária

O futebol é a modalidade desportiva mais popular no mundo e responde pelos principais índices de lesões desportivas (ld). O objetivo deste trabalho foi traçar operfil nosográfico de lesões músculo-esqueléticas típicas do futebol, relacionando-as com a faixa etária de desenvolvimento: infância, adole...

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書目詳細資料
發表在:Revista Brasileira de Cineantropometria e Desempenho Humano
Main Authors: Karoline Pegoraro Silveira, Vítor Hugo Santos Assunção, Nercílio Pereira Guimarães JR, Suzi Rosa Miziara-Barbosa, Mara Lisiane Moraes Santos, Gustavo Christofoletti, Rodrigo Luiz Carregaro, Silvio Assis Oliveira JR
格式: Article
語言:英语
出版: Universidade Federal de Santa Catarina 2013-04-01
主題:
在線閱讀:https://periodicos.ufsc.br/index.php/rbcdh/article/view/26489
實物特徵
總結:O futebol é a modalidade desportiva mais popular no mundo e responde pelos principais índices de lesões desportivas (ld). O objetivo deste trabalho foi traçar operfil nosográfico de lesões músculo-esqueléticas típicas do futebol, relacionando-as com a faixa etária de desenvolvimento: infância, adolescência e adultez. A casuística contemplou 209 praticantes de futebol, procedentes das equipes de base profissionalizante e profissional de um clube desportivo da cidade de campo grande/ms. Os participantes foram distribuídos em quatro grupos etários: g1 (infância), g2 (infanto-juvenil), g3 (adolescentes) e g4 (adultos). Para a tomada de informações sobre lesões, utilizou-se de um inquérito de morbidade referida. No geral, 74 atletas relataram lesões, com registro de 92 ld. Quanto à natureza, 43,47% configuraram agravos musculares, seguidos por lesões articulares (34,78%) e tendíneas (14,13%), respectivamente (p<0,05). Os locais anatômicos predominantemente acometidos foram membros inferiores (91,3%). Como mecanismo de ld, o contato desportivo integrou quase metade dos casos (47,82%), seguidos pela técnica (20,65%) e corrida (19,56%). As situaçõesde treino consistiram na principal forma de ocorrência (74,3%) nos grupos g2 eg4; nos demais grupos, denotou-se um equilíbrio entre situações de treino ecompetição (p>0,05). A maior proporção de registros envolveu abordagem médico-terapêutica e retorno assintomático. As evidências comprovam um maior índice de lesões musculares e articulares por contato em membros inferiores, em praticantes de futebol, independente de faixa etária. Quanto à situação deocorrência, a prática de treino é a principal circunstância de origem de lesões em jovens e adultos.
ISSN:1415-8426
1980-0037