Variação na data de plena floração do pessegueiro em função das temperaturas na endo e ecodormência
O objetivo deste trabalho foi avaliar a influência de variáveis térmicas, anteriores e posteriores à data estimada do início da ecodormência, sobre a variação nas datas médias de plena floração (DMPF) do pessegueiro, em Urussanga, SC, Brasil. A fase teórica de endodormência apresentou uma duração a...
| Published in: | Agropecuária Catarinense |
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| Published: |
Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina
2023-04-01
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| author | Augusto Carlos Pola Emílio Della Bruna Henrique Belmonte Petry Alexsander Luis Moreto |
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| collection | DOAJ |
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O objetivo deste trabalho foi avaliar a influência de variáveis térmicas, anteriores e posteriores à data estimada do início da ecodormência, sobre a variação nas datas médias de plena floração (DMPF) do pessegueiro, em Urussanga, SC, Brasil. A fase teórica de endodormência apresentou uma duração aproximada de 70 dias. A temperatura média das máximas dos 30 dias imediatamente anteriores ao início da ecodormência e a média das temperaturas médias dos 20 dias posteriores foram as variáveis que apresentaram as maiores correlações com a DMPF, com R = 0,88 (P ≤ 0,01) e R = −0,69 (P ≤ 0,05), respectivamente. As temperaturas máximas da fase de endodormência teórica e as temperaturas médias dos 20 dias iniciais da ecodormência, em um modelo de regressão linear, explicaram 96% das variações observadas na DMPF. As temperaturas inferiores a 16oC nos 40 dias iniciais da fase de endodormência, inferiores a 22oC nos 30 dias finais dessa fase, e acima de 13oC nos 20 dias iniciais da ecodormência apresentaram correlações negativas com a DMPF e explicaram conjuntamente 93% das variações observadas. Na fase final da endodormência, as temperaturas amenas (13ºC a 19oC) apresentaram maior influência sobre a antecipação da DMPF do que as inferiores a 13oC.
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| institution | Directory of Open Access Journals |
| issn | 0103-0779 2525-6076 |
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| publishDate | 2023-04-01 |
| publisher | Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina |
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| spelling | doaj-art-a2f2e88da5c44f41bca4660dff97ff342025-08-19T20:28:15ZengEmpresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa CatarinaAgropecuária Catarinense0103-07792525-60762023-04-0136110.52945/rac.v36i1.1538Variação na data de plena floração do pessegueiro em função das temperaturas na endo e ecodormênciaAugusto Carlos Pola0Emílio Della Bruna1Henrique Belmonte Petry2Alexsander Luis Moreto3Epagri/ Estação Experimental de UrussangaEpagri/ Estação Experimental de UrussangaEpagri/ Estação Experimental de UrussangaEpagri/ Estação Experimental de Urussanga O objetivo deste trabalho foi avaliar a influência de variáveis térmicas, anteriores e posteriores à data estimada do início da ecodormência, sobre a variação nas datas médias de plena floração (DMPF) do pessegueiro, em Urussanga, SC, Brasil. A fase teórica de endodormência apresentou uma duração aproximada de 70 dias. A temperatura média das máximas dos 30 dias imediatamente anteriores ao início da ecodormência e a média das temperaturas médias dos 20 dias posteriores foram as variáveis que apresentaram as maiores correlações com a DMPF, com R = 0,88 (P ≤ 0,01) e R = −0,69 (P ≤ 0,05), respectivamente. As temperaturas máximas da fase de endodormência teórica e as temperaturas médias dos 20 dias iniciais da ecodormência, em um modelo de regressão linear, explicaram 96% das variações observadas na DMPF. As temperaturas inferiores a 16oC nos 40 dias iniciais da fase de endodormência, inferiores a 22oC nos 30 dias finais dessa fase, e acima de 13oC nos 20 dias iniciais da ecodormência apresentaram correlações negativas com a DMPF e explicaram conjuntamente 93% das variações observadas. Na fase final da endodormência, as temperaturas amenas (13ºC a 19oC) apresentaram maior influência sobre a antecipação da DMPF do que as inferiores a 13oC. https://publicacoes.epagri.sc.gov.br/rac/article/view/1538Prunus persicadormênciahoras de frio |
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