Controle de Infecção Hospitalar. Experiência de Dois Anos

Nesta revisão nós deveremos discutir alguns conceitos gerais no que diz respeito a infecções hospitalares, e tentaremos reforçar os papéis do estudo epidemiológico, da Comissão de Infecção e das técnicas de isolamento, três aspectos vitais nos programas de controle e prevenção das infecções hospita...

Full description

Bibliographic Details
Published in:Revista Brasileira de Cancerologia
Main Authors: Luiz Eduardo Bermudez, Eraldo Vidal, Mario Panza, Eduardo Velasco, Márcio Cesar Nascimento, Anne Marie Medeiros Vaz
Format: Article
Language:English
Published: Instituto Nacional de Câncer (INCA) 2023-08-01
Subjects:
Online Access:https://rbc.inca.gov.br/index.php/revista/article/view/3374
Description
Summary:Nesta revisão nós deveremos discutir alguns conceitos gerais no que diz respeito a infecções hospitalares, e tentaremos reforçar os papéis do estudo epidemiológico, da Comissão de Infecção e das técnicas de isolamento, três aspectos vitais nos programas de controle e prevenção das infecções hospitalares. A maioria dos trabalhos indicam que 5 a 10% dos pacientes internados em hospitais gerais poderão desenvolver uma infecção hospitalar.1,2 No Hospital do Instituto Nacional de Câncer, com uma população de doentes com câncer, 7,7% do total de pacientes internados em 1982 desenvolveram infecção hospitalar. Aproximadamente, 25% das infecções foram respiratórias, 36% foram cirúrgicas, 15% urinárias e 11% septicemias.3 Aquelas infecções que ocorrem após a alta, como abscessos cirúrgicos tardios e hepatite B, são frequentemente perdidas para o seguimento e portanto não estão incluídas nesta estatística.
ISSN:2176-9745