Avaliação dos tipos sanguíneos do Caracu, o gado crioulo brasileiro

Amostras de sangue de quarenta bovinos caracus de Nova Odessa (SP), Brasil, foram tipificadas em testes hemolíticos para dez sistemas, mais alguns fatores não classificados. A análise do sistema B, especialmente, revelou uma relação estreita com o gado longhorn do Texas, com o criollo argentino, e c...

Full description

Bibliographic Details
Published in:Boletim de Indústria Animal
Main Authors: Wilmer J. Miller, Ana Isabel Assis, Miriam Luz Giannoni, Fernando Lima Pires
Format: Article
Language:English
Published: Instituto de Zootecnia 2014-01-01
Online Access:http://10.153.18.28/index.php/bia/article/view/657
Description
Summary:Amostras de sangue de quarenta bovinos caracus de Nova Odessa (SP), Brasil, foram tipificadas em testes hemolíticos para dez sistemas, mais alguns fatores não classificados. A análise do sistema B, especialmente, revelou uma relação estreita com o gado longhorn do Texas, com o criollo argentino, e com o gado selvagem tipo criollo mexicano. Dez dos 23 fenogrupos B do caracu são novos, 9 são comuns com o gado longhorn americano, e somente 3 são conhecidos nas outras raças americano-européias. O sistema S do caracu é único, entre as raças de gado, carecendo de dois fenogrupos usualmente presentes e apresentando alta freqüência do fator U1. Subtipos adicionais de D foram observados no Sistema A.
ISSN:1981-4100