3 em 1: A Multiplicidade Diagnóstica na Prática Clínica

O doente idoso apresenta frequentemente múltiplas patologias crónicas e polimedicação, pelo que, as intercorrências de saúde são sempre foco de preocupação. Uma vez que o índice de envelhecimento da nossa população tem vindo a aumentar nos últimos anos e, previsivelmente, irá manter essa tendência...

Full description

Bibliographic Details
Published in:Gazeta Médica
Main Authors: Filipa Carvalho, Maria Liberal, Filipa Vale, Rui Guedes
Format: Article
Language:English
Published: José de Mello Saúde 2022-05-01
Subjects:
Online Access:https://gazetamedica.pt/index.php/gazeta/article/view/526
Description
Summary:O doente idoso apresenta frequentemente múltiplas patologias crónicas e polimedicação, pelo que, as intercorrências de saúde são sempre foco de preocupação. Uma vez que o índice de envelhecimento da nossa população tem vindo a aumentar nos últimos anos e, previsivelmente, irá manter essa tendência no futuro, fruto de um aumento na esperança média de vida, assim como de melhores condições de saúde e de vida global, torna-se imperioso estar familiarizado com a multiplicidade diagnóstica na prática clínica. O vírus herpes simplex do tipo 1 é o principal agente patogénico causador de encefalite em todo o mundo. Em doentes idosos, as alterações do estado de consciência podem corresponder a múltiplas situações clínicas subjacentes, pelo que, o diagnóstico diferencial com apoio nos meios complementares de diagnóstico torna-se essencial para a correta abordagem do doente na prática clínica.
ISSN:2183-8135
2184-0628