"A mulher é quem defende a vida, não dá o braço a torcer”: ações políticas entre mulheres Kaiowá em Guarani em Mato Grosso do Sul - Brasil

Neste artigo, apresentamos uma análise sobre a violência de Estado e a ofensiva do neoextrativismo e do mercado de commodities como engrenagens de uma guerra sistemática contra a vida das mulheres indígenas. Em contraponto, examinamos os processos de autonomia fortalecidos pelas práticas coletivas...

وصف كامل

التفاصيل البيبلوغرافية
الحاوية / القاعدة:Cuadernos de Geografía: Revista Colombiana de Geografía
المؤلفون الرئيسيون: Rosicleide Vilhalva, Gislaine Monfort, Laura Gisloti
التنسيق: مقال
اللغة:الإنجليزية
منشور في: Universidad Nacional de Colombia 2025-07-01
الموضوعات:
الوصول للمادة أونلاين:https://revistas.unal.edu.co/index.php/rcg/article/view/104992
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الملخص:Neste artigo, apresentamos uma análise sobre a violência de Estado e a ofensiva do neoextrativismo e do mercado de commodities como engrenagens de uma guerra sistemática contra a vida das mulheres indígenas. Em contraponto, examinamos os processos de autonomia fortalecidos pelas práticas coletivas protagonizadas por essas mulheres, que constroem resistências cotidianas diante de um cenário marcado de múltiplas violações. O objetivo é investigar as formas de resistência durante a pandemia – período marcado pelo agravamento da violência estatal e pela intensificação da acumulação por despossessão nos territórios Kaiowá e Guarani, no sul de Mato Grosso do Sul. A pesquisa adota uma abordagem qualitativa, articulando revisão narrativa, participação observante e entrevistas semiestruturadas com mulheres dos Tekoha Guyraroká e Rancho Jacaré. A luta e a auto-organização dessas mulheres, por meio de conselhos, organizações comunitárias-territoriais, coletivos e associações culturais, constituem expressões da cosmopolítica como fundamento da luta anticolonial, antipatriarcal e anticapitalista em defesa da vida, dos corpos e dos territórios originários.
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