HUBERT DREYFUS E MARTIN HEIDEGGER: REPRESENTAÇÃO E COGNIÇÃO

Hubert L. Dreyfus, em What Computers Can’t Do (1972), tornou-se a mais proeminente voz crítica à abordagem representacional do então nascente campo da inteligência artificial. Partindo da filosofia heideggeriana, Dreyfus apontou que a simples predicação de objetos é insuficiente para reproduzir o ti...

詳細記述

書誌詳細
出版年:Kínesis
第一著者: Rodrigo Benevides Barbosa Gomes
フォーマット: 論文
言語:ポルトガル語
出版事項: Universidade Estadual Paulista (UNESP) 2018-07-01
主題:
オンライン・アクセス:https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/kinesis/article/view/8070
その他の書誌記述
要約:Hubert L. Dreyfus, em What Computers Can’t Do (1972), tornou-se a mais proeminente voz crítica à abordagem representacional do então nascente campo da inteligência artificial. Partindo da filosofia heideggeriana, Dreyfus apontou que a simples predicação de objetos é insuficiente para reproduzir o tipo de existência não-representacional de um ser-no-mundo. O teste do tempo revelou a pertinência da crítica de Dreyfus. Dessa forma, pretende-se expor os argumentos de Dreyfus a partir de duas obras posteriores, a saber, o livro Being-in-the-World: A Commentary on Heidegger’s Being and Time, Division I (1991) e o artigo Why Heideggerian Artificial Intelligence failed and how fixing it would require making it more Heideggerian (2007). O uso de obras tardias justifica-se por conta da conexão que Dreyfus faz entre Heidegger e Walter Freeman, apontando um exemplo do que seria uma inteligência artificial heideggeriana em contraposição à uma representacional.
ISSN:1984-8900