Influência do manejo do dossel vegetativo na qualidade da uva 'Bordô' cultivada no ‘Planalto Norte Catarinense’
Na videira, o balanço entre a carga de frutas e a área foliar adequadamente iluminada influência na quantidade e na qualidade da produção, sendo necessário em alguns casos, a realização do manejo do dossel vegetativo. Nesse contexto, objetiva-se com este trabalho avaliar a influência do manejo do d...
| Published in: | Revista de Ciências Agroveterinárias |
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| Language: | English |
| Published: |
Universidade do Estado de Santa Catarina
2024-09-01
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| Online Access: | https://periodicos.udesc.br/index.php/agroveterinaria/article/view/24916 |
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| author | Eduarda Schmidt Alcemir Nabir Kowal Thalia Aparecida Silva Maciel Rabechlt Stange Almeida Thuany Aparecida Levandoski Jansen Eduardo Virmond Souza Farias Otávio Frederico Tschoeke Steidel Rodrigo Palinguer Kelly Eduarda Demetrio Caroline de Souza Wisniewski Douglas André Würz |
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Na videira, o balanço entre a carga de frutas e a área foliar adequadamente iluminada influência na quantidade e na qualidade da produção, sendo necessário em alguns casos, a realização do manejo do dossel vegetativo. Nesse contexto, objetiva-se com este trabalho avaliar a influência do manejo do dossel vegetativo na qualidade da videira ‘Bordô’, através dos seguintes tratamentos: T1 - sem manejo de desfolha e sem desponte; T2 - sem manejo da desfolha e com desponte; T3 - com manejo da desfolha e sem desponte; T4 - com manejo da desfolha e com desponte. O trabalho foi realizado no munício de Canoinhas - SC, durante o ciclo 2022/2023, em um delineamento de blocos ao acaso, com quatro repetições e dez plantas por parcela. As bagas provenientes do T1 apresentaram, em média, o menor teor de sólidos solúveis (12,9 °Brix), maior valor para acidez titulável (133,1 meq/L) e menor valor para pH (3,23), porém não diferiram do T4 em nenhuma das variáveis. A ausência de poda verde e o manejo da desfolha e desponte não favoreceram as variáveis relacionadas à maturação. As bagas oriundas do T2 apresentaram teor de sólidos solúveis (14,2 °Brix) superior aos T1 e T4, acidez menor que T1 e T4 (116,3 meq/L) e pH 3,30, portanto o desponte favoreceu a qualidade das uvas, em comparação com a testemunha e o tratamento com desponte e desfolha. Os melhores resultados foram constatados no T3, com 15,2 °Brix, 108,9 meq/L de acidez e pH de 3,39. Conclui-se que a prática da desfolha no estádio fenológico de grão chumbinho favorece a maturação e qualidade das uvas.
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| format | Article |
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| issn | 2238-1171 |
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| publisher | Universidade do Estado de Santa Catarina |
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