Escore visual como uma ferramenta eficiente para identificação de bovinos precoces
A hipótese testada foi a possibilidade de identificar animais que depositam gordura e músculo mais precocemente através de avaliação indireta. Assim, o objetivo desse trabalho foi verificar a possibilidade da utilização da avaliação visual de escore de precocidade na identificação de novilhas Nelore...
| 發表在: | Boletim de Indústria Animal |
|---|---|
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| 格式: | Article |
| 語言: | 英语 |
| 出版: |
Instituto de Zootecnia
2020-04-01
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| 主題: | |
| 在線閱讀: | http://ojs.iz.sp.gov.br/index.php/bia/article/view/1330 |
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|---|---|
| author | A. L.C. Gurgel M. N. B. Gomes L. O. C. Silva A. Bittencour C. M. Costa M. W. F. Pereira T. F. F. S. Arco T. G. Pereira A. H. M. Arcanjo |
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| description | A hipótese testada foi a possibilidade de identificar animais que depositam gordura e músculo mais precocemente através de avaliação indireta. Assim, o objetivo desse trabalho foi verificar a possibilidade da utilização da avaliação visual de escore de precocidade na identificação de novilhas Nelore com biotipo precoce. Foram avaliadas visualmente, 18 novilhas Nelore com idade de 9 a 11 meses, por escores para estrutura corporal (E), precocidade (P) e musculosidade (M). Os animais foram separados conforme os escores de precocidade, 4, 5 e 6 foram considerados com o biotipo precoce e 1, 2 e 3 foram classificados como biotipo tardio. Tomaram-se as medidas de área de olho de lombo (AOL) e espessura de gordura subcutânea (EGS) e na picanha (EGP) por ultrassonografia. Os animais classificados como precoce receberam maiores (P ≤ 0,05) escores para E (5,1 vs 2,4) e M (4,4 vs 2,6), o que resultou em animais mais pesados (233,2 vs 202,8 kg). Não foi observado efeito (P ≥ 0,05) do biotipo para a AOL (36,5 cm2), porém, animais classificados como precoce apresentaram maior (P ≤ 0,05) EGS (1,3 vs 0,5 cm) e EGP (2,9 vs 2,3 cm). Os coeficientes canônicos padronizados revelaram que a EGP (0,78) e o escore M (-1,02) são as variáveis que mais interferem sobre a primeira variável canônica de forma positiva e negativa, respectivamente. A variação total das características avaliadas foi explicada em 100% pela primeira variável canônica. O escore de precocidade mostrou ser uma alternativa eficiente para identificação de indivíduos precoces. A diferenciação de animais com biotipo precoce foi melhor elucidada pela espessura de gordura na picanha e pelo desenvolvimento muscular do animal.
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| issn | 1981-4100 |
| language | English |
| publishDate | 2020-04-01 |
| publisher | Instituto de Zootecnia |
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| spelling | doaj-art-e19eb15909704a98b6cde83e76b0370e2025-08-19T23:32:17ZengInstituto de ZootecniaBoletim de Indústria Animal1981-41002020-04-0177Escore visual como uma ferramenta eficiente para identificação de bovinos precocesA. L.C. Gurgel0M. N. B. Gomes1L. O. C. Silva2A. Bittencour3C. M. Costa4M. W. F. Pereira5T. F. F. S. Arco6T. G. Pereira7A. H. M. Arcanjo8Universidade Federal de Mato Grosso do Sul – Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Campo Grande, MS, BrasilUniversidade Federal de Mato Grosso do Sul – Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Campo Grande, MS, BrasilEMPRAPA Gado de Corte, Campo Grande, MS, BrasilUniversidade Federal de Mato Grosso do Sul – Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Campo Grande, MS, BrasilUniversidade Federal de Mato Grosso do Sul – Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Campo Grande, MS, BrasilUniversidade Federal de Mato Grosso do Sul – Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Campo Grande, MS, BrasilUniversidade Federal de Mato Grosso do Sul – Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Campo Grande, MS, BrasilUniversidade Federal de Mato Grosso do Sul – Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Campo Grande, MS, BrasilUniversidade Federal de Mato Grosso do Sul – Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Campo Grande, MS, BrasilA hipótese testada foi a possibilidade de identificar animais que depositam gordura e músculo mais precocemente através de avaliação indireta. Assim, o objetivo desse trabalho foi verificar a possibilidade da utilização da avaliação visual de escore de precocidade na identificação de novilhas Nelore com biotipo precoce. Foram avaliadas visualmente, 18 novilhas Nelore com idade de 9 a 11 meses, por escores para estrutura corporal (E), precocidade (P) e musculosidade (M). Os animais foram separados conforme os escores de precocidade, 4, 5 e 6 foram considerados com o biotipo precoce e 1, 2 e 3 foram classificados como biotipo tardio. Tomaram-se as medidas de área de olho de lombo (AOL) e espessura de gordura subcutânea (EGS) e na picanha (EGP) por ultrassonografia. Os animais classificados como precoce receberam maiores (P ≤ 0,05) escores para E (5,1 vs 2,4) e M (4,4 vs 2,6), o que resultou em animais mais pesados (233,2 vs 202,8 kg). Não foi observado efeito (P ≥ 0,05) do biotipo para a AOL (36,5 cm2), porém, animais classificados como precoce apresentaram maior (P ≤ 0,05) EGS (1,3 vs 0,5 cm) e EGP (2,9 vs 2,3 cm). Os coeficientes canônicos padronizados revelaram que a EGP (0,78) e o escore M (-1,02) são as variáveis que mais interferem sobre a primeira variável canônica de forma positiva e negativa, respectivamente. A variação total das características avaliadas foi explicada em 100% pela primeira variável canônica. O escore de precocidade mostrou ser uma alternativa eficiente para identificação de indivíduos precoces. A diferenciação de animais com biotipo precoce foi melhor elucidada pela espessura de gordura na picanha e pelo desenvolvimento muscular do animal. http://ojs.iz.sp.gov.br/index.php/bia/article/view/1330biotipo tardiométodo indiretoultrassonografiavariável canônica |
| spellingShingle | A. L.C. Gurgel M. N. B. Gomes L. O. C. Silva A. Bittencour C. M. Costa M. W. F. Pereira T. F. F. S. Arco T. G. Pereira A. H. M. Arcanjo Escore visual como uma ferramenta eficiente para identificação de bovinos precoces biotipo tardio método indireto ultrassonografia variável canônica |
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