Injúria Renal Aguda no paciente politraumatizado

A Injúria Renal Aguda (IRA) no contexto do paciente politraumatizado ocorre, na maioria das vezes, por uma conjuntura de fatores que passam por eventos correlacionados à ressuscitação volêmica inicial, ao grau de resposta inflamatória sistêmica associada ao trauma, ao uso de contraste iodado para pr...

Full description

Bibliographic Details
Published in:Brazilian Journal of Nephrology
Main Authors: Thiago Gomes Romano, Paulo Fernando Guimarães Morando Marzocchi Tierno
Format: Article
Language:English
Published: Sociedade Brasileira de Nefrologia 2013-03-01
Subjects:
Online Access:http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-28002013000100008&lng=en&tlng=en
Description
Summary:A Injúria Renal Aguda (IRA) no contexto do paciente politraumatizado ocorre, na maioria das vezes, por uma conjuntura de fatores que passam por eventos correlacionados à ressuscitação volêmica inicial, ao grau de resposta inflamatória sistêmica associada ao trauma, ao uso de contraste iodado para procedimentos diagnósticos, à rabdomiólise e à síndrome compartimental abdominal. Atualmente, passamos por uma fase de uniformização dos critérios diagnósticos da IRA com o Acute Kidney Injury Network (AKIN), sendo a referência mais aceita. Consequentemente, o estudo da IRA no politraumatismo também passa por uma fase de reformulação. Esta revisão da literatura médica visa trazer dados epidemiológicos, fisiológicos e de implicação clínica para o manuseio destes pacientes, bem como expor os riscos do uso indiscriminado de expansores volêmicos e particularidades sobre a instituição de terapia renal substitutiva em indivíduos sob risco de hipertensão intracraniana.
ISSN:2175-8239