COMPACTAÇÃO E EROSÃO DE TRILHAS GEOTURÍSTICAS DE PARQUES DO QUADRILÁTERO FERRÍFERO E SERRA DO ESPINHAÇO MERIDIONAL
<p class="Default">As trilhas e seu conteúdo, em maior parte os solos, tendem a não serem monitoradas, seja em ambientes urbanos seja natural, como as unidades de conservação. O uso público por meio do turismo em parques se utiliza das trilhas para usufruto dos atrativos, impactando...
| Published in: | Revista Brasileira de Geomorfologia |
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| Main Authors: | , , |
| Format: | Article |
| Language: | English |
| Published: |
União da Geomorfologia Brasileira
2019-10-01
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| Subjects: | |
| Online Access: | http://www.lsie.unb.br/rbg/index.php/rbg/article/view/1561 |
| Summary: | <p class="Default">As trilhas e seu conteúdo, em maior parte os solos, tendem a não serem monitoradas, seja em ambientes urbanos seja natural, como as unidades de conservação. O uso público por meio do turismo em parques se utiliza das trilhas para usufruto dos atrativos, impactando a superfície (e subsuperfície) dos solos. Pretendeu-se no presente trabalho identificar os níveis de compactação e de erosão dos solos como fatores de alterações ambientais negativas nas trilhas: Pico do Itacolomi - Parque Estadual do Itacolomi, Campo Ferruginoso - Parque Estadual Serra do Rola Moça e Cachoeira da Farofa - Parque Nacional da Serra do Cipó. A metodologia incluiu teste de resistência do solo (compactação) ao penetrômetro de cone com anel dinamométrico e medição da Área Seccional Transversal (erosão). Os resultados demonstram que: o leito das trilhas é, em geral, mais resistente que as margens (áreas não pisoteadas); e há uma correlação diretamente proporcional da litologia com a compactação e a erosão (filitos>quartzitos>canga). A fragilidade dos diferentes substratos (sedimentos de aluvião; quartzitos e filitos; e canga dos campos rupestres hematíticos) somada ao pisoteio sem monitoramento pode aumentar a degradação das trilhas, sugerindo-se revisão das normas de visitação.</p> |
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| ISSN: | 1519-1540 2236-5664 |
