| Summary: | Este artigo versa sobre possíveis modos de relação entre a criação dramatúrgica circense contemporânea e a memória. Partindo de uma noção expandida de dramaturgia, pensa a dramaturgia circense a partir do contexto de democratização dos saberes para fora da lona e da família tradicional e da consequente abertura para processos híbridos e colaborativos de criação. Em diálogo com a História Cultural, propõe a apreensão da criação artística como registro poético de memória. Busca tratar da dimensão criativa da memória em detrimento de sua dimensão monumental. Por fim, rascunha notas esparsas sobre a importância de se pensar a memória dos próprios processos de criação.
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