Rastreio da infeção por Chlamydia trachomatis: sim ou não?
A infeção por Chlamydia trachomatis é a infeção sexualmente transmissível bacteriana mais comum no mundo. Habitualmente é assintomática, mas pode conduzir a graves consequências, em especial no sexo feminino, como doença inflamatória pélvica, infertilidade, gravidez ectópica e dor pélvica crónica....
| الحاوية / القاعدة: | Revista Portuguesa de Medicina Geral e Familiar |
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| المؤلفون الرئيسيون: | , , |
| التنسيق: | مقال |
| اللغة: | الإنجليزية |
| منشور في: |
Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar
2022-03-01
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| الموضوعات: | |
| الوصول للمادة أونلاين: | https://rpmgf.pt/ojs/index.php/rpmgf/article/view/13190 |
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| author | Daniela Sofia Abreu Silva Francisco Macedo Dolores Quintal |
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A infeção por Chlamydia trachomatis é a infeção sexualmente transmissível bacteriana mais comum no mundo. Habitualmente é assintomática, mas pode conduzir a graves consequências, em especial no sexo feminino, como doença inflamatória pélvica, infertilidade, gravidez ectópica e dor pélvica crónica. A prevalência global é de 3,8% nas mulheres, sendo a maioria dos casos entre os 15-24 anos. O diagnóstico é feito com testes de amplificação de ácidos nucleicos. Diversos países já dispõem de programas de rastreio desta infeção, com benefício comprovado na redução da prevalência e das complicações reprodutivas. Em Portugal é uma doença de notificação obrigatória, mas não existem recomendações formais que orientem o seu diagnóstico e tratamento. O médico de família tem um papel determinante na prevenção e atuação nas infeções sexualmente transmissíveis. Este trabalho pretende rever as recomendações internacionais e sublinhar os benefícios do rastreio da infeção por Chlamydia trachomatis.
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| language | English |
| publishDate | 2022-03-01 |
| publisher | Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar |
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