Avaliação do processo de corrosão em armaduras comuns e galvanizadas

<p class="Normal1"><span>A corrosão é uma das principais causas de deterioração das estruturas de concreto armado. Devido a isso, várias tecnologias vêm sendo desenvolvidas para reduzir a incidência da corrosão nas armaduras. A galvanização à quente das barras tem sido apontada...

Full description

Bibliographic Details
Published in:Revista Principia
Main Authors: Taíssa Guedes Cândido, Gibson Rocha Meira, Márcia Suzanna Dutra de Abreu
Format: Article
Language:English
Published: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba 2020-09-01
Subjects:
Online Access:https://periodicos.ifpb.edu.br/index.php/principia/article/view/3987
Description
Summary:<p class="Normal1"><span>A corrosão é uma das principais causas de deterioração das estruturas de concreto armado. Devido a isso, várias tecnologias vêm sendo desenvolvidas para reduzir a incidência da corrosão nas armaduras. A galvanização à quente das barras tem sido apontada como uma alternativa viável para estruturas submetidas a meios de elevada agressividade. Apesar de apresentar vantagens significativas sobre as armaduras convencionais, como o incremento do período de iniciação da corrosão, ainda há uma carência de informações sobre o desempenho dessas barras frente à ação dos cloretos. Diante desse cenário, esta pesquisa avaliou o comportamento eletroquímico de barras galvanizadas e não galvanizadas, submetidas à diferentes alcalinidades. O seu desempenho foi verificado frente à carbonatação e à ação dos íons cloretos, em distintas concentrações. Os resultados demonstraram que diante da baixa alcalinidade, a armadura comum inicia o processo de corrosão, enquanto que a armadura galvanizada se manteve passiva. Porém, para meios muito alcalinos, o aço carbono demonstrou ser mais indicado. Além disso, diante da ação dos cloretos, apenas a armadura em aço despassivou quando se alcançou uma relação [Cl<sup>-</sup>]/[OH<sup>-</sup>] de 0,5 na solução. Outras concentrações de cloretos estão sendo estudadas até alcançar o limite crítico de cloretos.</span></p>
ISSN:1517-0306
2447-9187