População e força de trabalho em uma economia agrária em mudança. A Província de São Paulo, no final da Época Colonial
(primeiro parágrafo do artigo) Em 1765, a Capitania de São Paulo foi restaurada e seu território reunia então, os atuais territórios do Estado de São Paulo e do Paraná. O renascer dessa Capitania inscrevia-se nos planos da nova orientação mercantilista e fisiocrata da Coroa portuguesa, de dinamiza...
| Published in: | Revista de História |
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| Main Author: | |
| Format: | Article |
| Language: | English |
| Published: |
Universidade de São Paulo
1983-06-01
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| Subjects: | |
| Online Access: | https://www.revistas.usp.br/revhistoria/article/view/62049 |
| Summary: | (primeiro parágrafo do artigo)
Em 1765, a Capitania de São Paulo foi restaurada e seu território reunia então, os atuais territórios do Estado de São Paulo e do Paraná. O renascer dessa Capitania inscrevia-se nos planos da nova orientação mercantilista e fisiocrata da Coroa portuguesa, de dinamizar, por todos os meios e em todas as áreas da Colônia, a produção para a exportação. A curva descendente e cada vez mais acelerada da produção de ouro e diamantes das Minas Gerais e uma conjuntura internacional pouco favorável, determinaram a necessidade em Lisboa de se tentar aumentar a produção agrícola do Brasil. Para isso, compreenderam os colonizadores, era preciso estabelecer uma administração colonial mais racional, sistemática e coordenada. Uma geração de excelentes administradores ilustrados é designada para o governo das várias capitanias. Estes agentes coloniais procuram racionalizar a produção, o comércio, a navegação, dotar a lavoura de técnicas mais avançadas, de culturas novas, mas de demanda segura no circuito internacional (anil, fumo, algodão, café, além do tradicional açúcar de cana) e, enfim, promover o crescimento populacional. Tudo dentro da melhor política mercantilista.
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| ISSN: | 0034-8309 2316-9141 |
