Redemoinho infinito: Schwanke e seu livro de artista

Este artigo tem por proposta explorar o conceito de arquivo sob a perspectiva de Jacques Derrida, em seu “Mal de Arquivo – Uma impressão freudiana”, a partir da análise do Livro de Artista de Luiz Henrique Schwanke. Derrida correlaciona a noção de arquivo com a memória (pessoal e histórica), enfati...

Full description

Bibliographic Details
Published in:Revista Digital do Laboratório de Artes Visuais
Main Authors: Dalva Maria Alves Alcântara, Nadja de Carvalho Lamas
Format: Article
Language:English
Published: Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) 2017-12-01
Subjects:
Online Access:https://periodicos.ufsm.br/revislav/article/view/29989
Description
Summary:Este artigo tem por proposta explorar o conceito de arquivo sob a perspectiva de Jacques Derrida, em seu “Mal de Arquivo – Uma impressão freudiana”, a partir da análise do Livro de Artista de Luiz Henrique Schwanke. Derrida correlaciona a noção de arquivo com a memória (pessoal e histórica), enfatizando a tensão constante entre a sua manutenção e a sua repressão (consciente ou inconsciente); e o “mal de arquivo” com a pulsão de morte, com o apagamento da memória, e suas possíveis consequências psíquicas, sociais e políticas. A partir dessa obra de Schwanke, uma série de pinturas conformadas num livro objeto de arte, um “livro de artista”, serão feitas ponderações quanto à significância do arquivamento como um recurso na poética do artista.
ISSN:1983-7348