Êxodo da intelligentsia europeia em França: fronteiras, papéis, vistos - a ajuda de Varian Fry

Em 1940, um jovem jornalista americano Varian Fry é enviado para Marselha. Sua missão oficial: libertar artistas confinados no Camp des Milles, intelectuais e ativistas políticos de esquerda, muitas vezes judeus ameaçados pela Gestapo. Intelligentsia que a Segunda Guerra Mundial obrigou ao exílio,...

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التفاصيل البيبلوغرافية
الحاوية / القاعدة:Forma Breve
المؤلف الرئيسي: Ana Maria Alves
التنسيق: مقال
اللغة:الإنجليزية
منشور في: UA Editora 2016-01-01
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الوصول للمادة أونلاين:https://proa.ua.pt/index.php/formabreve/article/view/4882
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الملخص:Em 1940, um jovem jornalista americano Varian Fry é enviado para Marselha. Sua missão oficial: libertar artistas confinados no Camp des Milles, intelectuais e ativistas políticos de esquerda, muitas vezes judeus ameaçados pela Gestapo. Intelligentsia que a Segunda Guerra Mundial obrigou ao exílio, à clandestinidade. Estes intelectuais encontraram abrigo no sul da França, nomeadamente em Sanary-sur-Mer, onde vamos encontrar uma grande parte da Intelligentsia alemã e na Villa ArBel em Marselha último porto de saída frente à invasão nazi que se aproximava. Varian Fry abre o American Relief Center, organização modesta que se opõe ao artigo 19 do armistício entre a França e Alemanha: “O governo francês deve entregar todos os cidadãos designados pelo governo do Reich”. Em treze meses, antes que a polícia de Vichy expulse Varian Fry – com o consentimento dos Estados Unidos – o American Relief Center terá, por meios legais ou ilegais, salvo milhares de pessoas. Esta ação de socorro reconhecida como uma “resistência antes da Resistência” aparece hoje como um movimento de solidariedade internacional. O nosso propósito traduz-se na vontade de dar a conhecer, de esclarecer este momento histórico e único, homenageando, desta forma, o heroísmo de um indivíduo comum face à irracionalidade do Estado.
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