UM PARADIGMA PARA O DIREITO
Este artigo parte de uma leitura dos apontamentos feitos por Thomas Kuhn sobre a ausência de paradigmas no Direito, cuja razão seria a dificuldade de desenvolvimento de coerência interna da ciência (autorreferência sistêmica) simultaneamente ao atendimento de expectativas sociais (heterorreferência...
| 出版年: | Revista Eletrônica Direito e Política |
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| 第一著者: | |
| フォーマット: | 論文 |
| 言語: | 英語 |
| 出版事項: |
Paulo Márcio Cruz
2014-03-01
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| 主題: | |
| オンライン・アクセス: | http://periodicos.univali.br/index.php/rdp/article/view/5491 |
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| author | Núria Lopes |
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| author_sort | Núria Lopes |
| collection | DOAJ |
| container_title | Revista Eletrônica Direito e Política |
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Este artigo parte de uma leitura dos apontamentos feitos por Thomas Kuhn sobre a ausência de paradigmas no Direito, cuja razão seria a dificuldade de desenvolvimento de coerência interna da ciência (autorreferência sistêmica) simultaneamente ao atendimento de expectativas sociais (heterorreferências sistêmica). Utiliza como metodologia a analise da estrutura das referências tomadas para validade da interpretação das normas jurídicas nas principais teses
de Teoria do Direito em busca de marcos paradigmáticos da ciência jurídica. Analisa a posição autorreferente de Kelsen e as principais heterorreferências – os direitos fundamentais de Alexy; a vontade de Constituição de Hesse e a Teoria da Justiça adotada pelo direito positivo de Dworkin. Compara as similaridades estruturais e filosóficas entre essas teses. Posteriormente, apresenta a ruptura estrutural causada pela adoção da viragem linguística na Hermenêutica Jurídica e
as possibilidades de superação da dicotomia marcada por Kuhn, abrindo espaço para o reconhecimento de um paradigma no Direito. |
| format | Article |
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| institution | Directory of Open Access Journals |
| issn | 1980-7791 |
| language | English |
| publishDate | 2014-03-01 |
| publisher | Paulo Márcio Cruz |
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| spelling | doaj-e28af5ea4a49462d9efcbb89ca745ed82025-11-03T00:21:23ZengPaulo Márcio CruzRevista Eletrônica Direito e Política1980-77912014-03-018110.14210/rdp.v8n1.p45-72UM PARADIGMA PARA O DIREITONúria Lopes0Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUC/SP Este artigo parte de uma leitura dos apontamentos feitos por Thomas Kuhn sobre a ausência de paradigmas no Direito, cuja razão seria a dificuldade de desenvolvimento de coerência interna da ciência (autorreferência sistêmica) simultaneamente ao atendimento de expectativas sociais (heterorreferências sistêmica). Utiliza como metodologia a analise da estrutura das referências tomadas para validade da interpretação das normas jurídicas nas principais teses de Teoria do Direito em busca de marcos paradigmáticos da ciência jurídica. Analisa a posição autorreferente de Kelsen e as principais heterorreferências – os direitos fundamentais de Alexy; a vontade de Constituição de Hesse e a Teoria da Justiça adotada pelo direito positivo de Dworkin. Compara as similaridades estruturais e filosóficas entre essas teses. Posteriormente, apresenta a ruptura estrutural causada pela adoção da viragem linguística na Hermenêutica Jurídica e as possibilidades de superação da dicotomia marcada por Kuhn, abrindo espaço para o reconhecimento de um paradigma no Direito.http://periodicos.univali.br/index.php/rdp/article/view/5491HermenêuticaFilosofiaParadigma. |
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