Camões destro, Camões sinistro: nũa mão sempre o quê? E noutra, o que mais?
A poesia de Luís de Camões se caracteriza por trabalhar, muitas vezes de modo dialético, alguns pares. Um deles, não necessariamente explorado à exaustão pelo poeta, mas aberto a uma leitura atenta, é o das duas mãos. A imagem do próprio poeta, com suas mãos em papel importante, é objeto de um dos...
| Published in: | Veredas |
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| Main Author: | |
| Format: | Article |
| Language: | English |
| Published: |
Associação Internacional de Lusitanistas
2025-06-01
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| Subjects: | |
| Online Access: | https://revistaveredas.org/index.php/ver/article/view/1004 |
