Os limites curriculares e suas implicações no Curso Experimental de Medicina da USP (1968-1974)

O “Curso Experimental de Medicina” da USP originado na década de 1960 propôs a integralidade “bio-psico-social” da saúde e da doença em seu currículo. Seu método de ensino, inspirado em estratégia “Aprendizado Baseado em Problemas”, mostrava situações de saúde reais como racional para objetivos da a...

Full description

Bibliographic Details
Published in:Cadernos de História da Educação
Main Authors: Lys Angélica Lamera Vane, Matheus Fachini Vane, Joaquim Edson Vieira
Format: Article
Language:English
Published: Universidade Federal de Uberlândia 2024-08-01
Subjects:
Online Access:https://seer.ufu.br/index.php/che/article/view/75067
Description
Summary:O “Curso Experimental de Medicina” da USP originado na década de 1960 propôs a integralidade “bio-psico-social” da saúde e da doença em seu currículo. Seu método de ensino, inspirado em estratégia “Aprendizado Baseado em Problemas”, mostrava situações de saúde reais como racional para objetivos da aprendizagem centrada no estudante para a solução desses problemas. Os dois cursos de medicina na USP de São Paulo – o vigente, denominado tradicional e o novo, experimental, não tiveram coexistência administrativa harmoniosa. Em 1974 passam pela sua “fusão curricular”. Este texto relata entrevistas semiestruturadas realizadas entre 2014 e 2016. As reflexões dos seus então professores e estudantes referendam essas análises. Sugerem a formação de um grupo idealista com forte identificação com o curso. As entrevistas indicam que seus fundamentos foram constituídos em voluntariosa formação pedagógica dos docentes que impuseram limites ao novo currículo.
ISSN:1982-7806