| Summary: | O “Curso Experimental de Medicina” da USP originado na década de 1960 propôs a integralidade “bio-psico-social” da saúde e da doença em seu currículo. Seu método de ensino, inspirado em estratégia “Aprendizado Baseado em Problemas”, mostrava situações de saúde reais como racional para objetivos da aprendizagem centrada no estudante para a solução desses problemas. Os dois cursos de medicina na USP de São Paulo – o vigente, denominado tradicional e o novo, experimental, não tiveram coexistência administrativa harmoniosa. Em 1974 passam pela sua “fusão curricular”. Este texto relata entrevistas semiestruturadas realizadas entre 2014 e 2016. As reflexões dos seus então professores e estudantes referendam essas análises. Sugerem a formação de um grupo idealista com forte identificação com o curso. As entrevistas indicam que seus fundamentos foram constituídos em voluntariosa formação pedagógica dos docentes que impuseram limites ao novo currículo.
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