O frentismo cultural e a resistência à ditadura militar brasileira. Os exemplos-limite do Correio da Manhã e de Otto Maria Carpeaux

Este artigo busca dialogar com o conceito de ‘frentismo cultural’, aliança de resistência à última ditadura militar brasileira a unir grande parte dos integrantes do PCB, intelectuais e artistas nos primeiros anos daquele regime (1964-1968). Dialogaremos, também, com uma dada construção social da me...

Full description

Bibliographic Details
Main Author: Eduardo Gomes Silva
Format: Article
Language:Portuguese
Published: Universidade Estadual de Maringá 2019-02-01
Series:Diálogos
Subjects:
Online Access:http://www.periodicos.uem.br/ojs/index.php/Dialogos/article/view/43053
Description
Summary:Este artigo busca dialogar com o conceito de ‘frentismo cultural’, aliança de resistência à última ditadura militar brasileira a unir grande parte dos integrantes do PCB, intelectuais e artistas nos primeiros anos daquele regime (1964-1968). Dialogaremos, também, com uma dada construção social da memória sobre a ditadura, especificamente aquela forjada pela imprensa escrita, em seu duplo papel de fomentadora do Golpe e veículo de resistência à ditadura. O matutino fluminense Correio da Manhã e um dos seus principais editorialistas à época, Otto Maria Carpeaux, são aqui apresentados como representantes daquela frente, capazes tanto de ratificá-la quanto indicar os seus limites.
ISSN:1415-9945
2177-2940